Repressão Armada

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Citações:

“Então, entendemos que spray de pimenta não era flor que se cheire.”

— Sindicalistas arrependidos

“Estudamos substituir o gás lacrimogêneo por cianeto, mas os custos eram muitos elevados.”

— Heinrich Himmler

“Faltou só o meteoro pra completar a experiência.”

— Takuma Batata Asano, sobrevivente de Hiroshima

“Na União Soviética, a Repressão Armada é reprimida por você.”

— Reversal Russa sobre Repressão Armada

“Mentira, eu tomei um cacete de vocês aqui na União Soviética.”

— Cidadão soviético, minutos antes de desaparecer misteriosamente

“A bingola de um elefante é maior que a de um cavalo. E a de um Argentinossauro... Misericórdia!”

— Alexandre, O Grande

“Isso non ecsiste!”

— Padre Quevedo, sobre o uso do Argentinossauro em repressões urbanas

“Depois que o Dr. Fritz Haber desenvolveu uma rota sintética mais barata, a substituição foi um sucesso.”

— Heinrich Himmler

“O impacto emocional de um dinossauro é 1.400% superior ao de um policial montado.”

— Tiberius Disciplinae, pensador romano, especialista em zoologia da repressão



INTRODUÇÃO

Repressão armada é o ato de manter os privilégios da elite a ordem pública por meio de força não letal, ou letal, ambas servem, de maneira física, controlada, que geralmente descamba para a brutalidade e quase sempre vem acompanhada de frases como: "This is for your own safety", que em português significa mais ou menos: "Essa coça é para o seu próprio bem", "Please, do not resist!" que seria algo do tipo: "Se correr vai ser pior, menino", "Remain calm!", que seria: "Relaxa, é só uma surra de pau mole", e também: "We’re here to help", que seria algo como: "O pau vai come solto aqui". Tudo isso enquanto a TV mostra gente voando no meio do gás lacrimogênio.

Há 3 tipos principais de repressão armada, a saber:


REPRESSÃO À PATA DE CAVALO

Expulsar a multidão à pata de cavalo significava, originalmente, avançar com os cavalos sobre a multidão para dispersá-la, usando, para tanto, as patas dos cavalos, na forma de coices ou pisoteamento, além de descer o cacete com o que tiver em mãos. A criação do termo é geralmente atribuída ao senador romano Publius Lentulus. O caso aconteceu quando Jesus foi preso, e a multidão, cachaçada, pedia sua crucificação, dizendo coisas como: "Os toneis de cachaça que esse incompetente fez estouraram. Perdemos uma boa safra", enquanto outros diziam: "Ele pensou que a cachaça era água e transformou em vinho. Deve morrer!". O governador Pôncio Pilatos, então, chamou a aristocracia da Judeia para deliberar sobre o assunto. Enquanto discutiam, um centurião anunciou que os portões do palácio estavam cedendo devido à corrosão pelo gorfo ácido dos cachaceiros. A invasão era iminente. Foi então que o senador Lentulus disse: "Pois por mim, expulsaríamos esses cachaceiros à pata de cavalo", ao que o governador respondeu: "Que dizes, senador? À pata de cavalo? Os cavalos podem escorregar no gorfo. Que nojo, vou lavar minhas mãos. E depois de lavar as mãos, disse: "Que crucifiquem o cachaceiro galileu".

O que Pilatos não contava era que Publius Lentulus ficaria muito ofendido, e faria um relatório denunciando a Roma todas as irregularidades da sua administração, especialmente permitir a destilação de cachaça, que era monopólio de Roma, e a boiolice de ter nojo de gorfo e, por isso, não reprimir aquele tumulto à pata de cavalo. Pilatos, então, foi punido e retirado do cargo, e terminou seus dias como um cachaceiro comum nas ruas de Jerusalém. Além disso, dali em diante, Roma passaria a adotar a repressão à pata de cavalo como padrão.

Caso você não conheça:

Roma ensina os homens a mijar corretamente

A cultura da repressão à pata de cavalo seguiu pela história ocidental, comprovado inclusive por documentos. No Codex Vulgaris Romanorum, atribuído a um certo Quinto Equester, oficial subalterno do pretório, é relatado ao Senado um incidente ocorrido durante as Saturnálias do ano 78 d.C. Ele relata que as pessoas ficaram totalmente emaconhadas, e começaram a praticar toda sorte de desregramentos. Isso até que foi tolerado, mas quando viu alguns homens mijando sentados, disse: "É a gota d'água. Vocês podem até virar a bundinha uns pros outros, mas isso os deuses não toleram." Então, avançou com os cavalos e acabou com aquele bacanal à pata de cavalo.

Os cavaleiros do apocalipse

Durante o Concílio de Tours, no século IV, há registros de que o bispo Dom Abundius Severianus, ao tentar conter um levante de fiéis contrários ao aumento da contribuição obrigatória, teria mandado trazer “os cavaleiros do apocalipse”. A expressão foi interpretada literalmente por seu séquito, e quando quatro cavaleiros entraram na catedral, houve um alvoroço nunca antes visto. Saíram correndo, desenfreados e sem rumo, gritando coisas do tipo: "Salvus-se quem puderium!! Tamus fudidus!", "Confessus que dei u rabum. Perdônum, meu Deusum", e também: "Solum deixatus ele amolecere a cutículam. Sere virgine ainda". Seja como for, o fato é que a igreja não teve mais problemas com contribuições desde então.

Dom Pedro I, a moita e a independência

O método chegou ao Brasil ainda nos tempos coloniais. Reza a lenda que Dom Pedro I estava batendo o barroso na moita, com seu cavalo ao lado, quando súditos rebeldes, anti-independência, se aproximaram. Além da permanência como colônia, reivindicavam também o fim do uso das moitas como banheiros, sem dar descarga, pois o fedor era incalculável. Vendo isso, o imperador levantou rapidamente as calças, ao mesmo tempo em que uma lapa de cocozaço saía. A lapa acabou sendo apertada por suas pregas, de forma que metade foi pra dentro, e a outra metade pra fora, caindo dentro das calças do imperador, que nada percebeu. De qualquer forma os cidadãos, ensandecidos, cantavam um curioso hino de sua autoria, que dizia:

♫♫
Brava gente... brasileira!
Abaixo às moitas... ardor servil
Ou ficar... servil... pra sempre
Ou chamar de comunista... quem pensa diferente
♫♫
— Revolucionários entreguistas anti-independência




No futuro, esses versos inspirariam a composição do Hino da Independência do Brasil. Caso não conheçam, vale a pena conferir:

Hino da Independência do Brasil | Legendado



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Protestos contra o uso do Brasil como banheiro sem dar descarga (prática comum até hoje)




Ao ouvir isso, o imperador não pensou duas vezes: montou seu cavalo (notou uma coisa escorregadia na bunda/perna, mas ignorou), chamou os homens, que estavam também batendo seus barrosos nas moitas vizinhas, e disse: "Comunismo Independência ou morte!" A cavalaria, então, avançou sobre a multidão, e foi coice pra tudo quanto é lado, com os rebeldes dando coices nos cavalos também. Mas os cavalos tinham mais experiência em coices, e também tinham ferraduras, o que desequilibrou a disputa. Os manifestantes dispersaram, dizendo coisas do tipo: "Vai-te aos macacos!", "Ora pôish, êssesh côicesh dosh pangaréish ném doêram tant’", e também: "A gênt’ á-d voltar com pangaréish do tamãinh’ d’um elifânt’, vucêish vão vêrr, seush cagõesh!"

Seja como for, o fato é que a repressão à pata de cavalo permaneceu como um método elegante de silenciamento. Nos dias atuais, a cavalaria caiu em desuso, e foi substituída pela tropa de choque, com seus:

♫♫
Escudos transparentes, cassetetes
Capacetes reluzentes
E a determinação de manter tudo em seu lugar
♫♫
— Atribuído a um comunista (se você souber o nome, provavelmente é um também)

Os comunistas na Copa Caninha 51

Um exemplo da reprimenda nos tempos modernos aconteceu durante a ditadura militar no Brasil, quando protestos de palmeirenses comunistas, querendo que a Copa Caninha 51 fosse reconhecida como mundial, terminaram em repressão à pata de cavalo. Enquanto desciam o cacete nesses vagabundos, os policiais diziam coisas como: "Toma aqui seu mundial!", "A ralé não come picanha nem tem mundial", e também: "51 pra mim é pinga, e o Palmeiras não tem mundial". O grupo Samba Social se inspiraria nessa última frase para criar um samba, vale a pena conferir:

A história é sempre igual - Samba Social





Descrição da imagem
Palmeirense comunista reprimido à pata de cavalo




REPRESSÃO À PATA DE ELEFANTE

Repressão impiedosa e absolutamente destruidora, sem espaço para sobrevivência ou resistência. A origem do termo é atribuída ao rei Chandragupta, da Índia antiga, que certa feita viu seu palácio cercado por manifestantes, exigindo a devolução de uma vaca sagrada, que o rei pretendia usar para fazer um churrasco. Os conselheiros sugeriram enviar sacerdotes para negociar, mas o rei rejeitou: "Esmagaremos a multidão à pata de elefante", ao que os conselheiros responderam: "Que dizes, majestade? À pata de elefante? Vai sujar o chão de carne amassada", no que o rei respondeu: "Já que não podemos comer vaca, usaremos carne humana pro churrasco". Essa conversa foi registrada pelo escriba real Rāmakanta e se espalhou pelo mundo, influenciando várias culturas a usarem a repressão à pata de elefante (muitas das quais se comprazem, até hoje, com o consumo da carne humana).

Caso você não conheça:

Os desregramentos do Egito de Akhenaton

O caso mais antigo de que se tem notícia aconteceu no Egito do faraó Akhenaton. Acontece que Akhenaton não era muito da putaria. Só se fosse com eunucos, com mulher não. Mulher era uma só. E com homem também não, só em tempos de guerra. Por isso ele proibiu todo tipo de desregramento no Egito, o que deixou o povo muito revoltado, pois gostavam de dar a bundinha. Quem também ficou revoltado foram os sacerdotes do deus Amon, que ganhavam muito dinheiro promovendo putarias e trepações memoráveis em seu templo, inclusive com a participação de cavalos. E ainda mais putos ficaram os hititas, que todo ano recebiam os egípcios para a maior putaria/trepação de toda a antiguidade, maior até que as da Babilônia.

Quando o rei Karkamani, dos hititas, soube da decisão do faraó, ficou bastante perturbado, e disse: "O faraó não pode fazer isso. Ele não pode fazer isso! Se os egípcios não vierem, quem vai comer a minha bundinha?" Então decidiu que "Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai à Maomé." Juntou seus homens e partiu rumo ao Egito. Ao saber disso, Akhenaton disse: "Mas isso é um insulto! Invadir o Egito para praticar o desregramento embaixo do meu nariz? Nunca!" Então o general Horemheb lhe disse: "Ó, Filho de Rá, que vive eternamente. Permita que interceptemos os hititas no desfiladeiro de Kadesh, antes que entrem em território egípcio. Assim será bom porque, como estaremos fora do Egito, vossas leis não se aplicam, ó Grande Hórus. Dessa forma, poderemos processar o desregramento com eles, que retornarão à Terra de Hatti, satisfeitos. Eu me encarregarei pessoalmente de comer a bundinha daquele viadinho do rei Karkamani." O faraó respondeu: "De maneira nenhuma permitirei essa putaria. Volte agora mesmo para sua esposa e seus eunucos."



Descrição da imagem
Festa desregrada no Egito, antes de Akhenaton chegar e acabar com essa putaria




Os hititas, entretanto, continuaram vindo, e Horemheb continuou implorando pela autorização do faraó. Akhenaton, então, decidiu ir pessoalmente convencer os hititas a desistir desse disparate, e deixou sua esposa, a rainha Nefertiti, no comando. Acontece que os sacerdotes de Amon não sabiam de nada disso e, decididos a matar o faraó para poderem retomar suas atividades, mandaram uma carta com uma rosa envenenada, que ao ser aberta pela rainha a levou à morte, após espetar seu dedo no espinho.

Akhenaton estava a meio caminho dos hititas quando foi avisado. Retornou imediatamente e, enquanto chorava sobre o corpo de sua esposa, disse a Horemheb: "General, nada mais importa. Vá. Expulse os hititas da maneira que mais lhe aprouver. Estoure as pregas daqueles viadinhos. Mas antes, quero que destrua completamente o templo de Amon, e todos os que estiverem nele", ao que o general respondeu: "Ó, Senhor das Duas Terras, o que devemos fazer com os cavalos que eles têm lá? Dizem que suas bingolas são do tamanho do Nilo. Não que eu não goste de uma, mas também não precisa exagerar, né?" O faraó pensou por um instante, e respondeu: "Pois se eles têm cavalos dotados, leve os elefantes, e veremos quem tem a bingola maior."

Assim foi feito. O general Horemheb esmagou os sacerdotes de Amon à pata de elefante, e os cavalos ficaram todos grávidos, inclusive os machos. Depois disso ele interceptou os hititas em Kadesh, e processou o que é considerado, até hoje, o maior desregramento a céu aberto da história da humanidade, em pleno deserto.

Caso você não conheça:

Aníbal Moreno invade Roma pelos fundos

Em Cartago, o episódio mais célebre da repressão à pata de elefante ocorreu por volta do ano 221 a.C., quando uma revolução colorida — apoiada por agentes romanos infiltrados — tentou derrubar o governo legítimo de Cartago sob o pretexto de “liberdade para os comerciantes de tâmaras” (qualquer semelhança com a atualidade é mera coincidência).

O general Aníbal Moreno (que no futuro se tornaria um futebolista em clubes sem mundial), chamou seus altos oficiais, e disse: "Homens, estou desconfiado que essa revolução colorida tem o dedo de Roma. Quais são suas percepções sobre o assunto?" Os oficiais responderam: "O senhor está com a razão, general. Hoje mesmo vimos um romano fazendo fio terra em um dos manifestantes. Tem o dedo de Roma nisso sim." Ouvindo isso, Aníbal não titubeou. Mandou reunir os homens, juntamente com doze dos melhores elefantes, e reprimiu à pata de elefante aquela revolução colorida romana.

A brutalidade foi tamanha que os romanos, ao saberem do massacre, temeram que aquela força paquidérmica investisse contra seus portões, e reforçaram as defesas do front mediterrâneo.

Aníbal Moreno, por sua vez, decidiu que aquele ultraje merecia retaliação. Mas foi mais esperto que os romanos e, ao invés de atacar pelo front, decidiu invadir pelos fundos, que eram mais apertadinhos, e também os pegaria de surpresa, pois aquela travessia era considerada impossível. Dessa forma, juntou 50 mil dos seus melhores homens e 38 elefantes dos mais dotados, e partiu. Deu a volta, atravessou o Alpes, praticou putaria e trepação com todas as tribos que havia pelo caminho, e invadiu Roma por trás. Mas essa ideia ousada teve um alto custo. Mais da metade dos homens e dos elefantes morreram devido aos desregramentos processados durante a travessia. Mas os que sobreviveram foram suficientes para surpreender Roma.

Acreditando que o ataque viria pelo front, o traseiro de Roma ficou exposto. Os poucos soldados que ali estavam foram pegos com as calças abaixadas curtas. Assustados, eles diziam coisas como: “Mas..., mas... eles tão entrando pelo... ai!”, "Olha o tamanho desse canhão, misericórdia!", e também: "Se tivessem avisado eu tinha trazido vaselina". Houve intensos combates mas, no fim, Roma gostou muito de ser invadida pelos fundos. Só doeu muito, principalmente por causa dos elefantes, e por isso eles nunca mais desguarneceram o traseiro novamente depois disso.



Descrição da imagem
Trajeto feito por Aníbal Moreno para invadir Roma pelos fundos


Caso você não conheça:

Lavoisier, a guilhotina e o comunismo

A repressão à pata de elefante atravessou os séculos e chegou até a França revolucionária, quando a nobreza e os simpatizantes podiam escolher entre a guilhotina, o fuzilamento ou o esmagamento por pata de elefante. Acontece que Antoine Lavoisier, o ''Pai da Química'', teria dito: "É indigno para um nobre ser morto por um método primitivo, como a pata de um elefante. O fuzilamento também não, pois a pólvora é chinesa, e é melhor arder no fogo do inferno do que morrer por uma invenção comunista. Escolhamos a guilhotina, que é uma invenção francesa, e morramos com dignidade".

As ideias de Lavoisier influenciaram toda a cultura ocidental, fazendo com que o elefante caísse em desuso nos tempos atuais. Entretanto, a guilhotina também caiu em desuso, pois os capitalistas queriam economizar com o salário do carrasco. Dessa forma, hoje é a pólvora comunista, presente em fuzis, metralhadoras, tanques e artilharia, que faz as vezes dos elefantes quando se quer reprimir com brutalidade máxima. Quanta ironia.

Caso você não conheça:

Ainda o comunismo, os androides e… outra revolução colorida

O episódio mais icônico dos tempos modernos é, sem margem para dúvidas, o “Massacre da Praça da Paz Celestial”, ou pelo menos foi assim que ficou conhecido no ocidente o episódio ocorrido na Pequim comunista de 1989. O que ocorreu ali foi, nada mais, nada menos, que uma revolução colorida promovida pelos Estados Unidos com o intuito de enfraquecer e, quiçá, derrubar, o governo comunista de Pequim, sob o pretexto de “liberdade para os estudantes darem a bundinha em praça pública”. Os estudantes, cachaçados e emaconhados, foram até a Praça da Paz Celestial, ícone da história chinesa, protestar. O governo chinês, para surpresa do ocidente, teve paciência (a lendária paciência chinesa), e inicialmente não promoveu repressão alguma. Vendo isso, os EUA pensaram: “Precisamos inflamar ainda mais esses estudantes vagabundos”. Enviaram, então, carregamentos de metanfetamina e ecstasy para a China, de forma que os estudantes, agora multidrogados, ficaram ensandecidos e, com “sangue no zóio”, começaram a praticar toda sorte de desregramentos em praça pública. A tropa de choque foi chamada, mas ainda não era uma repressão à pata de cavalo. Era só pra usar os “escudos transparentes com insulfilm” para tampar a vista e não permitir que as crianças vissem aquela putaria e trepação que estava acontecendo ali.

Vendo que a paciência chinesa prevalecera novamente, os EUA partiram para a agressão máxima. Agentes infiltrados roubaram carros elétricos da BYD, cujo único poluente emitido é a “fumaça de rosca”, aceleraram e encheram a praça com esse perigosíssimo gás. Sob o terrível efeito da fumaça de rosca, os estudantes se tornaram pequenos satanases, e partiram pra cima dos policiais para praticar o desregramento com eles também. Além disso, começaram pular e girar loucamente, enquanto cantavam um curioso hino de autoria desconhecida:

♫♫
Seu cu
só sai de ré
Seu cu só sai de ré;
Seu cu
só sai de ré
Seu cu só sai de ré
♫♫
— Hino universitário universal


Para nossa sorte, um dos próprios estudantes gravou essa cena folclórica. Vale muito a pena conferir:

Seu cu só sai de ré - Hino universitário universal




Seja como for, o fato é que, ao ver isso, o governo não teve outra opção senão ordenar a repressão à pata de cavalo. Mas apesar da coça que levaram, os estudantes estavam endemoniados. Continuaram vindo, e passaram a fazer uso de práticas nefastas de putaria negra, quais sejam a chuva dourada e a chuva marrom.

O fedor era incalculável, mas o pior nem foi isso. O ápice aconteceu quando o mijo ácido sofreu uma reação química inesperada com a fumaça de rosca, e o fogo se alastrou por toda a parte. Todos saíram correndo, desenfreados e sem rumo, gritando coisas do tipo: “Help! The fire is everywhere”, que traduzindo seria algo como: “Socorro! Chinês ta com fogo no rabo”, “I am feeling in hell”, que seria algo parecido com: “Chinês nunca mais vai respirar fumaça de rosca. Hum… que delícia, né?”, e também: “It was your acid urine that caused this”, que pode ser entendido como:

♫♫
Cabeça
no cu
e vira tatu-bola;
Cabeça
no cu
E vira tatu-bola
♫♫
— Hino universitário derivado do hino universal


Mais uma vez, vale muito a pena conferir a gravação:

Cabeça no cu, e vira tatu-bola – ft. Seu cu só sai de ré




Seja como for, o fato é que, mediante tamanha hecatombe, na qual, inclusive, um policial acabou morrendo queimado, o governo chinês não teve outra escolha senão chamar os fuzileiros, que vieram imediatamente e acabaram com aquele bacanal à pata de elefante.

Era tudo que os EUA queriam. Agora eles acusariam a China de massacre e violação dos direitos humanos, criariam um número fictício (e bem maior) de mortos e contariam a maior das mentiras, que se espalharia por todo o ocidente.

A paciente, inteligente e devastadora vingança chinesa

O governo de Pequim, que normalmente evita o conflito, entendeu que, dessa vez, o ultraje foi muito grande e merecia retaliação. Planejaram, então, a vingança ao estilo chinês: lenta e saborosa. Enviaram seus agentes aos EUA para contratarem um mendigo qualquer nas ruas de Nova York. O escolhido foi um certo Jeffrey Epstein. Ofereceram a ele uma fortuna de 1 bilhão de dólares para usar a seu bel prazer, além de extras para arcar com todas e quaisquer outras despesas, a começar por seus estudos (“Chinês não admite burrice, né?”), se tornar bem relacionado, comprar uma ilha e promover nela festas com toda sorte de desregramentos, convidando políticos, ricos e famosos de todo o país para o bacanal.

Quando lhe disseram que nessas festas haveria meninas menores de idade, ele hesitou: “Senhor chinês, peço perdão. Sou pobre, mas tenho honra. Não posso fazer o que me pedis”, ao que os agentes chineses responderam: “Senhor Epstein não precisa preocupar, né? Chinês já pensou em tudo. Cientista chinês fez androide igual humano, né? Androide tem IA avançada que faz isso que vocês chama GPT parecer Bonobo com retardo mental. Epstein escolhe menina, chinês faz androide cópia de menina, né? Chinês paga 100 milhões de dólares pra menina”.

Assim foi feito. Em pouco tempo a ilha Little Bacchanal Desregrament estava cheia de personalidades da elite, e também cheia de androides chineses. Epstein registrava tudo, conforme instrução dos chineses, e o próprio olho das androides registrava também, não havia como escapar. Além disso, elas foram programadas para convidar os ricos a práticas nefastas de putaria negra, quais sejam o fio terra, o beijo grego e, claro, a chuva dourada e a chuva marrom (“Olho por olho, dente por dente, né?”).

O fedor na ilha era incalculável, mas o que ninguém poderia prever era que Donald Trump gostaria muito do fio terra, e quereria ir além e dar a bundinha mesmo. Foi assim que surgiu o famigerado vídeo de Trump chupando a rola de Bill Clinton (a mais desejada da América, ao que parece) e depois dando a bundinha pra ele.

Algum tempo depois, os ricos perceberam que Epstein sabia demais a seu respeito, e resolveram eliminá-lo. Ele foi preso pelo crime de aliciamento de menores, mandado a uma prisão rural, onde havia cavalos e elefantes e, certo dia, encontrado morto, enforcado pelo pau mole de um elefante (e com marcas de ter levado uma surra de pau mole antes).

Os chineses lamentaram a morte de seu bom agente, mas deram prosseguimento ao plano. Periodicamente, soltam provas de ricos, políticos e famosos nas festinhas de Little Bacchanal Desregrament (tudo aos poucos, no estilo chinês). Também instruíram algumas meninas (os moldes originais, dessa vez) a depor e relatar os abusos que sofreram.

Nunca se descobriu que as meninas de Epstein se tratavam de androides e, dessa forma, esse episódio é considerado a retaliação mais genial e avassaladora da história da humanidade, superando em muito a de Aníbal Moreno a Roma. Uma ferida que jamais cicatrizaria no coração dos EUA, e que ocasionaria o início da sua decadência, para dar lugar à China comunista como nova maior potência do mundo. Dá pra acreditar que o capitalismo sucumbiria pelos seus próprios desregramentos? Quanta ironia.



Descrição da imagem
Festa desregrada em Little Bacchanal Desregrament, com a presença de personalidades ilustres


Caso você não conheça:

REPRESSÃO À PATA DE ARGENTINOSSAURO

Repressão instantânea e absolutamente pulverizadora, pois o maior animal a caminhar sobre a Terra faria uma manada de elefantes de tapete. Nas palavras de Robert Oppenheimer: “Now I have become Death, the destroyer of worlds.”, que seria algo como: "Satanás está a vossa espera, com um Argentinossauro dotado e muita vaselina".

Prometeu entrega o Argentinossauro à humanidade

Prometeu estava insatisfeito, pois sempre era a mulherzinha nos bacanais do Olimpo. Então, planejou a vingança. Entregou, secretamente, três presentes à humanidade: o fogo, a ciência, e o mais perigoso de todos, o Argentinossauro. O fogo foi recebido por um certo João Frô (vulgo João Flor), que inicialmente o colocou no rabo, e viu que o ardor era intenso e precisava saciar sempre. Posteriormente ele fez ferramentas e muitas outras coisas, e também passou o conhecimento adiante. A ciência foi recebida por um filósofo de nome Sérgio Sacana, que fez grandes descobertas e chegou a desafiar a hegemonia dos deuses, dizendo que as leis naturais explicavam tudo. Por fim, o Argentinossauro foi recebido por Sólon (fonte original do relato de Platão sobre Atlântida), guardião da sabedoria ancestral, juntamente com o seguinte aviso de Prometeu: "Essa é a arma mais poderosa de todas. Guarde-a em segredo absoluto, e use-a apenas em casos extremos, como ira dos deuses ou invasão alienígena".

Ao saber disso, Zeus puniu Prometeu conforme descrito no mito, mas ele não podia imaginar a arma devastadora que ele dera à humanidade. Algum tempo depois, Sérgio Sacana fez a sacanagem de desafiar os deuses com sua ciência. Chegou a dizer que os deuses nem existiam, que tudo era só fenômeno natural mal compreendido. Andava pelas ruas explicando e nomeando fenômenos atmosféricos: “Isso aí é um raio bola!”, “Isso é um sprite!”, "Essas luzes no céu são só Satélites Starlink", dizia ele e, enquanto apontava para o céu e desdenhava das nuvens em forma de Zeus, ponderava: "Isso é uma histeria coletiva".

E o povo começou a ouvir. Começou a duvidar. Começou a chamar relâmpago de descarga elétrica, e pior, sabiam que era só entrar dentro do carro que o raio de Zeus nunca ia te atingir. Isso foi a gota d'água pro Olimpo. Os deuses se iraram, e decidiram vir pessoalmente descarregar todas as pragas na humanidade herética.

O mundo estava um caos com ira dos deuses. A humanidade, prestes a perecer. Foi quando Sólon pensou: "A hora que Prometeu me advertiu é essa. Tenho que ativar a arma final". Chamou, então, Sérgio Sacana, e disse: "Você é o grande líder da resistência contra os deuses. Cabe a você conduzir esta fera, que me foi dada por um Titã, inimigo dos deuses", ao que Sacana respondeu: "Não creio em deuses ou titãs, meu caro. Mas creio nesse belo espécime de Saurópode que tens aí. Batizá-lo-ei de Argentinossauro, pois sua bela rabeta me lembra a das argentinas". Dessa forma, Sérgio Sacana montou a criatura e foi à luta, dizendo: "Vejam o poder da ciência, seus deuses inexistentes!"

E assim, a batalha começou. E com um coice com a potência de 1400 cavalos-coice, o Argentinossauro varreu Dionísio, Ártemis, Pã e seus sátiros para fora do hemisfério. Com um rugido que derrubou três templos, arrebentou as cordas da harpa de Apolo. Poseidon nada pode fazer, pois o andar da fera causava terremotos mais fortes que seu tridente. Esses terremotos desestabilizaram Hermes, que foi esmagado com um pisão em falso. Afrodite tentou seduzi-lo com sua beleza, mas o Argentinossauro era viado. Passou por cima, deixando um rastro de purpurina. Ares proferiu gritos de guerra e atacou pela frente, mas foi esmagado com uma pescoçada. Seu elmo foi encontrado dias depois no Mar Cáspio, ainda girando. Hefesto tentou travar as pernas do monstro com correntes de bronze divino. O Argentinossauro tropeçou nelas, arrebentou-as e, com o tranco, caiu sentado, com o cu na cabeça do deus, que morreu intoxicado pelos gases internos. Para aliviar os gases ele foi até um buraco, cagou e mijou bastante. O mijo ácido corroeu a terra, e bosta e mijo alcançaram o Hades, inundando tudo e exterminando a todos, inclusive aos mortos, que sofreram o fenômeno da segunda morte, conforme descrito em Apocalipse 20:14: "Então a morte e o Hades foram lançados no lago de urina e fezes do Argentinossauro. Esta é a segunda morte: o lago de excrementos da Besta".

Era hora da batalha contra Zeus. Ele atirou seus raios, mas viu que era o mesmo que atirar raios na própria terra. Lembrou-se, então, de como havia derrotado Tifão, e lançou uma montanha sobre o animal, que a rebateu com o rabo de volta sobre o deus, selando, assim, seu destino: soterrado sob uma montanha, como fizera a Tifão.

Caso você não conheça:

A Batalha Final: Sérgio Sacana x Atena/Super Xandão

Mas, ainda havia uma deusa viva, que conseguiu escapar por ser a mais inteligente de todos: Atena. Só que ela não estava em seu próprio corpo, mas no de um humano, uma técnica que utilizou muito em "Os Cavaleiros do Zodíaco", para preservar seu corpo da destruição. Dessa vez, o humano escolhido foi Super Xandão, o Herói da Terra (plana).


Super Xandão – O Herói da Terra (plana)



Super Xandão – O Herói da Terra (plana) no X (antigo Twitter)




O motivo da escolha foi que ele era discípulo do famigerado Mr. Satan, e Atena, com isso, esperava ganhar poderes extras (bem se vê que Atena nunca assistiu Dragon Ball Z). O que ela não contava era que, ao se apossar do corpo de Super Xandão, sua inteligência seria fundida com a dele (se tivesse assistido saberia como funciona a fusão). Por conta disso, enquanto chorava ao pé da montanha onde jazia seu pai, Atena, vendo o raio de Zeus caído no chão, não compreendeu que o bicho era imune à arma. Pegou-o, voou até a altura do Argentinossauro, olhou nos olhos de Sacana, faíscas saindo de seus olhos, o raio em punho, apontado para o inimigo, e disse: "A Terra é plana", ao que Sacana respondeu: "O raio é bola".

Prejudicada pela fusão das inteligências, Atena foi derrotada. Mas, como seu corpo estava preservado, ela sobreviveu. Reuniu os deuses que restaram, entrou com eles na carruagem de Apolo e fugiram, não sem antes gritar para Sacana: "Boa sorte movendo o Sol sem esta carruagem", ao que Sacana respondeu: "É a Terra que se move. E vê se não se perde nas nuvens — piloto não entende nada de fenômenos atmosféricos".

Eles fugiram para Plutão, onde se uniram aos draconianos, aprenderam sua tecnologia e, tempos depois, voltaram em discos voadores plutonianos para se vingar de Sacana. Começaram a aparecer e desaparecer por toda parte, fazer círculos nas plantações e empilhar pedras, só pra infernizar Sacana, que ficava doido tentando explicar tudo com a ciência que conhecia. Ele insistia que era tudo raio bola, sprite, histeria coletiva ou qualquer outro fenômeno atmosférico, e que os relatos não podiam ser confiados, especialmente os de pilotos.



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Batalha final entre Sérgio Sacana e Atena (no corpo de Super Xandão)




Seja como for, o fato é que a humanidade jamais esqueceria do dia em que Sergio Sacana reprimiu os deuses à pata de Argentinossauro, e nem mesmo o Herói da Terra plana pode se opor à tamanha brutalidade. Uma história que se tornaria lendária, mitológica, que eu tive o prazer de presenciar, e cá estou a contar-vos, caros leitores encarnados.

Quanto ao Argentinossauro, ele foi aposentado após o advento das armas nucleares, que eram muito mais baratas de manter, não faziam sujeira (imagina o trabalho que foi pra limpar o Hades) e também eram muito mais fáceis de manobrar. A esse respeito, vale destacar um interessante estudo feito pelo pensador romano Tiberius Disciplinae, sobre a viabilidade e logística do uso do Argentinossauro em cenários de guerra, comparando com o cavalo e o elefante. Suas conclusões foram as seguintes:




Comparação entre animais usados em repressões históricas
Animal Grau de obediência sob stress Manobrabilidade Velocidade
Cavalo Alto – Segue ordens mesmo no caos. É, junto com o cachorro, o animal mais confiável da história da humanidade. Alta – Responde bem a comandos com rédeas, assobios e gritos de "Vai, pangaré!" Altíssima – Animal de corrida. Evoluiu para escapar de predadores velozes. Perfeição absoluta nesse quesito.
Elefante Moderado a baixo – Se for ferido ou se o condutor for abatido, entra em surto e sai correndo, desenfreado e sem rumo, pisoteando até o próprio exército. Baixa – Demora pra virar. Precisa de uns 50 metros pra fazer a curva. Baixíssima – Assusta pelo tamanho, mas se tiver que correr atrás dos manifestantes, até uma criança consegue escapar.
Argentinossauro Nulo – Jamais foi domesticado. Sabe-se que anda, pisa, caga e mija ao bel prazer. Sacana teve sorte. Nula – Só anda em linha reta. É mais fácil pedir pra Gaia virar a terra. De acordo com a relatividade de Einstein, opera em velocidade negativa (só sai de ré), devido a sua massa muito elevada, que distorce o espaço e o tempo.

Oppenheimer, Einstein e os descendentes de saiyajins

Quando a segunda guerra mundial terminou, os japoneses, que têm sangue saiyajin, estavam indignados, pois queriam continuar lutando. Começaram a fazer protestos no Japão, que foram contidos à pata de cavalo. Mas os protestos continuaram e atingiram os EUA, onde os japoneses inflamaram os americanos e reivindicaram o direito de lutar pra sempre. Vendo que essa brincadeira estava saindo do controle, o governo dos EUA reprimiu à pata de elefante. Funcionou com os americanos, mas não com os japoneses, que ficaram ainda mais empolgados e continuaram vindo, cada vez mais fortes e inflamando mais americanos.

Vendo tudo isso, Dr. Robert Oppenheimer ficou muito preocupado. Fez alguns cálculos, e concluiu que esse espírito de luta saiyajin aumentaria exponencialmente, e logo tomaria conta do país e de todo o mundo. O único jeito de detê-los seria aniquilando-os de uma única vez, sem dar chance de voltarem mais fortes. Isso poderia ser feito com a arma que ele e seus colegas desenvolveram em Los Álamos, e apelidaram de "O Argentinossauro de Manhattan", pois seria capaz de destruir Manhattan inteira, e talvez o planeta inteiro, não tinham certeza.

Oppenheimer foi até Washington e tentou convencer o presidente Franklin Delano Roosevelt a usar a repressão à pata de Argentinossauro, mas o presidente hesitava, pois o tamanho da bingola do bicho era assustador. Então, viajou até Princeton para pedir ajuda a seu amigo Albert Einstein. “Albert, a coisa está ficando feia. Estou desconfiando que a força desses japoneses saiyajins aumenta exponencialmente. Revise meus cálculos e me ajude a convencer o presidente, antes que sejamos exterminados”.

Einstein era um pacifista, mas o alerta de Oppenheimer o deixou preocupado. Então, refez os cálculos e concluiu que as suspeitas de seu amigo eram verdadeiras. Temendo o pior, mandou uma carta, que se tornaria célebre, ao presidente Roosevelt, na qual diz:


“Senhor presidente, não se engane com o tamanho das bingolas dos japoneses. Elas crescem quando se transformam em Super Saiyajins. Reprimir à pata de elefante só vai torná-los mais fortes. A única solução é a repressão à pata de Argentinossauro. A arma que meu amigo, Dr. Oppenheimer, desenvolveu, é capaz de pulverizá-los instantaneamente, não permitindo que voltem mais fortes. Caso o mundo seja destruído como consequência, é um efeito colateral aceitável”.

— Albert Einstein — Carta de 2 de agosto de 1945


O presidente respeitou o peso da opinião de Einstein, e ponderou: “É bem verdade que os soldados já estão esgotados da guerra e, além disso, têm muito medo dos japoneses. Acho que vou aceitar a sugestão de Einstein e Oppenheimer”. A inteligência do Pentágono concluiu que os cabeças dessa revolta estavam em Hiroshima e Nagasaki. Dessa forma, Roosevelt ordenou que se descesse a pata do Argentinossauro sobre essas duas cidades.

Entretanto, havia ainda o risco da arma desencadear uma reação em cadeia que destruísse o mundo inteiro. Para resolver esse problema, os cientistas fizeram apostas. Um deles, Dr. Anauê Cuvalente, propôs a Oppenheimer: "Eu aposto que o mundo será destruído. Se eu ganhar, você me dá a bundinha. Se eu perder, eu dou pra você. O que acha?" Oppenheimer pensou por um instante e percebeu que, mesmo que perdesse, estaria morto, e seu cu, preservado. Topou a aposta.

O mundo não foi destruído, e não se sabe se Oppenheimer reivindicou o prêmio. O que se sabe é que o mundo inteiro ficou assustado com o peso da pata do Argentinossauro, e os próprios EUA reconheceram o exagero. O senador William N. Napalm comentou: "O uso do Argentinossauro deve ser reservado para casos extremos, como invasões alienígenas (especialmente os temíveis draconianos plutonianos) ou estreia de Barbie 2 (esse sim, o mais temível de todos)."

A solução final de Tesla para o Argentinossauro

A repressão à pata de Argentinossauro nunca mais foi usada, embora alguém sempre faça alguma ameaça, do tipo: "Se você não me deixar ganhar, vou usar o meu Argentinossauro", ao que o outro responde: "O meu Argentinossauro é maior que o seu", e ainda outro diz: "O meu tem a maior bingola de todas. Eu mesmo experimentei". E por aí vai, fica sempre nisso. Por isso mesmo é que Nikola Tesla, desafeto de Einstein e Oppenheimer, disse: "Vou criar uma arma que neutralize completamente o Argentinossauro daqueles dois viadinhos. Uhuhuhuhu!". Então, criou o "Testicla-Tesla", um dispositivo que usava Bobinas de Tesla de alta frequência para gerar ressonância escrotal nas regiões baixas, neutralizando, assim, o Argentinossauro imediatamente (nem o mais poderoso dos animais pode com isso). O mesmo princípio eletromagnético seria aplicado para destruir armas nucleares antes que atingissem o alvo e, dessa forma, “torná-las obsoletas” — nas palavras de Tesla. Infelizmente, ninguém comprou sua ideia por ser muito cara pro mundo capitalista. O dia que a China comunista fizer uma dessas, quero ver neguinho chorando: "Ai, meu saco!".




Descrição da imagem
Tesla provando que é mais inteligente do que Einstein e Oppenheimer juntos






Escala comparativa das formas de repressão
Tipo de repressão Finalidade Equivalente moderno Características
À pata de cavalo Ágil, precisa.
Controle tático urbano.
Tropa de choque “Escudos transparentes, cassetetes, capacetes reluzentes, e a determinação de manter tudo em seu lugar”
(Descobriu o nome do comunista?)
À pata de elefante Impiedosa, destruidora. Aniquila e aterroriza. Fuzileiros / Exército Fuzis, tanques, artilharia e, em casos extremos, surra de pau mole do elefante.
À pata de Argentinossauro Extinção em massa. Apocalíptica. Desnecessária. Ogiva Nuclear Pulveriza até a última célula. Usada em casos extremos (luta contra Majin Boo, draconianos plutonianos, ou coisa pior).
Caso você não conheça:

ZOOLOGIA DA REPRESSÃO –
CASOS FRACASSADOS

O Chile testou a repressão à pata de puma durante a Revolução da Chaucha, em 1949, mas os animais preferiram fugir para os Andes. Concluíram, então, que era mais fácil fazer um Argentinossauro te obedecer do que um gato.

Na Índia, em 1638, o Império Mogol tentou usar Macacos Bonobos armados com cassetetes para coibir motins em mercados de Delhi. Mas os macacos roubaram todas as frutas, usaram os cassetetes como brinquedos sexuais e fundaram sua própria comuna libertária na selva de Sunderbans, onde vivem até hoje, praticando toda sorte de desregramentos.

Na França, em 1832, durante a Insurreição de Junho, o governo tentou usar gansos para dispersar os revoltosos, acreditando que seus grasnados estridentes causariam pânico. Ninguém ficou com medo, a não ser algumas crianças que passavam por ali. Curiosamente, a repressão à pata de ganso é usada até hoje, ainda que sem eficácia alguma, só pra encher o saco mesmo (bicho infernal).


Descrição da imagem
Repressão à pata de ganso usada na educação infantil (só serve pra isso)


Durante a Comuna de Paris, em 1871, houve uma tentativa de usar cabras como tropas de choque leve, por serem ágeis e escalarem barricadas com facilidade. Mas as cabras começaram a comer os manifestos revolucionários, incluindo um retrato do próprio Karl Marx e, ao verem fogo e bandeiras vermelhas se descontrolaram e saíram correndo, desenfreadas e sem rumo, dando cabeçadas em todos e muitas desmaiaram.

No início de novembro de 1932, na Austrália, aconteceu o caso mais bizarro já registrado. Tudo começou quando o exército australiano, armado com metralhadoras Lewis, tentou reprimir à pata de elefante os emus, por estes estarem destruindo plantações. Acontece que eles tomaram uma invertida, e o exército é que foi reprimido à pata de emu, acreditem. As aves pareciam ser imunes aos tiros e, por mais incrível que pareça, adotaram técnicas de guerrilha, não estou exagerando, leitores encarnados. Chegaram a escolher um indivíduo para se sacrificar, jogando-se contra o volante de um caminhão, que teve seu chassi severamente avariado.

No dia 8 de novembro o exército foi obrigado a recuar, humilhado, reprimido, e com o lombo ardendo. A repressão à pata de emu, embora nunca mais tenha se repetido, pois os bichos são incontroláveis e perigosíssimos, isso ficou bem claro, entrou para a história da Austrália como um fato icônico e tragicômico, dando aos homens uma lição que o maconheiro geólogo Murilo Rocha já advertia há muito tempo: "Sóóóóó... Não mexa com a mãe natureza, pode crer? Ela é melindrosa...".


Descrição da imagem
A poderosa pata do emu, que botou pra correr o exército australiano



Em última análise, a repressão perfeita não existe. Mas, se existisse, seria comandada por uma tropa de cavalos com corpo de Argentinossauro, tromba de elefante, agilidade de gato, asas de marimbondo, presas de mosquito da dengue, armadura de titânio e cérebro de policial militar reprovado no psicotécnico — uma criatura lendária conhecida como ''Pangaréfantepicaduscoçamuitussaurus catus apocalipticus'', ou simplesmente “Besta Suprema”, de forma que a repressão usando esse animal é conhecida como “Repressão à pata suprema” (e eu posso garantir que ela nunca aconteceu, nem vai acontecer. As leis de Einstein não permitem, e até Tesla assinou embaixo: “É a primeira e última vez que eu vou concordar com esse viadinho, uhuhuhuhu”. Mesmo assim, vai saber, né?).







Alan Mathison "Fantasma de" Turing


Caso você não conheça:

OBSERVAÇÃO

Nenhum animal foi maltratado durante a confecção deste artigo, especialmente homens, veados e eunucos.

Caso você não conheça

  • [1] Heinrich Himmler foi um dos homens mais poderosos da Alemanha Nazista e comandante supremo da SS (a tropa de elite e polícia do terror nazista). Foi o principal arquiteto do Holocausto, responsável por organizar e supervisionar os campos de concentração, os esquadrões de extermínio e a Gestapo (polícia secreta do estado). ↑ Voltar ao texto
  • [2] Takuma Asano é um jogador de futebol japonês que atua como atacante. Ganhou destaque mundial por marcar o gol decisivo na histórica vitória de virada do Japão contra a Alemanha na Copa do Mundo de 2022, que rendeu o meme: "Batata Asano?". Claro, quem fez esse meme não se tocou que o primeiro nome dele era Takuma, ou o meme teria sido como eu coloquei: "Takuma Batata Asano?" ↑ Voltar ao texto
  • [3] Fritz Haber foi um químico alemão, laureado com o Prêmio Nobel de Química em 1918 por desenvolver o método de síntese de amônia em escala industrial. Essa descoberta revolucionou a produção global de fertilizantes e de explosivos. Contudo, sua biografia carrega um peso sombrio: ele é historicamente considerado o "pai da guerra química" por ter liderado o desenvolvimento e a militarização de gases tóxicos, como o cloro, para o exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial. ↑ Voltar ao texto
  • [4] Públius Lêntulos (ou Públio Lêntulo) foi, de acordo com a literatura espírita, um senador romano contemporâneo de Jesus e encarnação passada do espírito Emmanuel (guia de Chico Xavier), cuja trajetória é detalhada na obra "Há Dois Mil Anos". É, de fato, dele a famigerada frase que me serviu de inspiração inicial para escrever todo este artigo: "Por mim, expulsaríamos a multidão À PATA DE CAVALO". ↑ Voltar ao texto
  • [5] Chandragupta foi um rei... não, não, esse não existiu mesmo. Eu inventei. Próximo... ↑ Voltar ao texto
  • [6] Akhenaton foi um faraó da 18ª dinastia do Egito Antigo, conhecido como o "Faraó Herege", por promover uma profunda reforma religiosa, proibir o politeísmo tradicional e instituir o culto em uma única divindade, o deus Aton. É também verdade que ele pregava "um só deus, uma só mulher", mas o resto eu já não garanto. Ele também foi pai de Tutankhamon, mundialmente famoso pela descoberta de sua tumba e múmia, praticamente intactas, em 1922, uma das descobertas mais importantes da história da egiptologia. ↑ Voltar ao texto
  • [7] Os hititas foram um poderoso império da antiguidade na região da Anatólia (atual Turquia). Ficaram marcados na história como os grandes rivais militares do Egito Antigo, disputando ferozmente o controle de territórios no Oriente Médio (Levante). Essa intensa inimizade culminou na célebre Batalha de Kadesh, travada entre as forças do faraó Ramsés II e do rei hitita Muwatalli II (Karkamani também não existiu, mas o nome é mais bonito pelo menos). Esse embate resultou no primeiro tratado de paz documentado da história, selado entre as duas potências. ↑ Voltar ao texto
  • [8] Horemheb foi general e comandante supremo do exército egípcio nos reinados de Akhenaton e Tutankhamon e, posteriormente, ascendeu ao trono como o último faraó da 18ª dinastia. Após o conturbado período de Akhenaton, ele reorganizou o Estado, consolidou as fronteiras, restaurou definitivamente o politeísmo tradicional e buscou apagar a revolução espiritual, promovida por seus antecessores, dos registros históricos. ↑ Voltar ao texto
  • [9] Kadesh foi uma importante cidade-estado da Antiguidade, localizada na região do Levante (na atual Síria), às margens do rio Orontes. Por ser um entroncamento estratégico fundamental para o controle das rotas comerciais e militares no Oriente Médio, era um território intensamente disputado pelas potências da época (como o Egito e os hititas). ↑ Voltar ao texto
  • [10] Revolução Colorida é um termo que designa uma série de levantes populares marcados pelo uso de cores ou flores como símbolos e o forte engajamento de movimentos estudantis, que culminaram na queda de governos no Leste Europeu e na Ásia Central no início do século XXI. Enquanto a narrativa ocidental enxerga esses movimentos como legítimas manifestações orgânicas e pró-democracia, contra regimes autoritários, potências como a Rússia e a China os classificam estritamente como golpes de Estado artificiais, orquestrados e financiados por nações estrangeiras — notadamente os Estados Unidos — com o objetivo geopolítico deliberado de promover mudanças de regime e expandir a esfera de influência ocidental (visão que os especialistas em geopolítica sérios também concordam). ↑ Voltar ao texto
  • [11] Aqui precisamos fazer uma distinção:

    Aníbal Barca foi um brilhante estrategista e general cartaginês da Antiguidade, mundialmente famoso por sua épica travessia dos Alpes com seu exército (incluindo elefantes de guerra). Ele partiu com algo entre 50 e 60 mil homens e 37 ou 38 elefantes, e chegou com 26 mil homens e menos de 10 elefantes (embora as fontes variem nesses números), todos mortos em conflitos com tribos locais, quedas nas montanhas nos alpes ou vítimas de frio e fome. Mesmo assim, ele conseguiu impor sucessivas derrotas à Roma durante a Segunda Guerra Púnica, ou seja, ele de fato atacou Roma pelos fundos. Ah, e na época ainda não era Império Romano, era República Roma. Mas ia ficar muito sem graça escrever República Romana, deixei Império mesmo. Licença artística 😂.

    Aníbal Moreno, por sua vez, é um futebolista profissional argentino que atua como volante. Revelado pelo Newell's Old Boys, ganhou destaque internacional defendendo as camisas do Racing e do Palmeiras, transferindo-se posteriormente para o River Plate no final de 2025. É notável que, dos três últimos clubes que ele defendeu, o único sem mundial seja o Palmeiras.

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  • [12] Antoine-Laurent de Lavoisier foi um nobre e cientista francês, amplamente considerado como o pai da química moderna. Ele revolucionou a ciência ao formular a lei da conservação das massas, eternizada na famosa frase: "Na natureza, nada se cria, nada se perde: tudo se transforma". Sua trajetória foi interrompida durante a fase do Terror da Revolução Francesa, quando, devido à sua atuação como arrecadador de impostos, foi condenado e executado na guilhotina em 1794, ocasião que gerou o célebre lamento do matemático Joseph-Louis Lagrange: "Bastou um instante para cortarem aquela cabeça, e talvez um século não seja suficiente para produzir outra igual". ↑ Voltar ao texto
  • [13] Jeffrey Edward Epstein foi um financista estadunidense e operador de uma vasta rede internacional de tráfico sexual de menores. Construiu um círculo de contatos íntimos com diversas figuras poderosas da elite política, econômica, artística e acadêmica, muitos dos quais participavam de festas exclusivas em sua ilha privada, Little St. James Island, nas Ilhas Virgens Americanas — local que se tornou o epicentro de seus crimes de abuso. Após ser preso em 2019 sob acusações federais de tráfico sexual e conspiração, foi encontrado morto em sua cela antes do julgamento, em um episódio que gerou diversas investigações e intensas suspeitas de queima de arquivo.

    As investigações apontaram que personalidades como Donald Trump, Bill Clinton, Bill Gates, Elon Musk e até Stephen Hawking estiveram nas festinhas em Little St. James Island, mas provar que cometeram crimes é muito mais difícil, e provavelmente nunca será feito.

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  • [14] Prometeu é uma figura central da mitologia grega, pertencente à raça dos Titãs. É célebre por ter roubado o fogo dos deuses do Olimpo — um elemento que simboliza o conhecimento, a técnica e o despertar da civilização — para entregá-lo à humanidade. Como punição por sua transgressão, Zeus o condenou a ser acorrentado a um rochedo no Cáucaso, onde uma águia devorava seu fígado, que se regenerava diariamente para prolongar o suplício pela eternidade. Na filosofia e na literatura, Prometeu consolidou-se como o arquétipo da rebeldia intelectual e da busca incessante pelo progresso científico em oposição à tirania. ↑ Voltar ao texto
  • [15] Sérgio Sacani é geólogo, pesquisador e um dos mais proeminentes divulgadores científicos do Brasil na atualidade. É o fundador e principal apresentador do projeto "Space Today", que se consolidou como o maior canal de astronomia e exploração espacial em língua portuguesa. Sacani notabilizou-se pela capacidade de traduzir conceitos complexos de astrofísica, cosmologia e engenharia aeroespacial para o público leigo. Seu trabalho inclui a cobertura jornalística e técnica, em tempo real, de lançamentos de foguetes, análises de missões de agências como a NASA e a SpaceX, e a disseminação de descobertas astronômicas recentes.

    Ele de fato não acredita em ETs, e usa argumentos como raio-bola, sprite, histeria coletiva, além de desmerecer todos os relatos (incluindo os de piloros que, segundo ele, não entendem nada de fenômenos atmosféricos) como suporte para suas alegações. Apesar de eu ter zuado ele com isso, eu adoraria bater um papo com ele qualquer dia. O cara é fera.

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  • [16] Sólon foi um estadista, legislador e poeta ateniense (c. 630–560 a.C.), figura central na construção das bases da democracia em Atenas. Ao abolir a escravidão por dívidas e reestruturar o sistema político da cidade, seu arcabouço jurídico instituiu o princípio da igualdade perante a lei e promoveu o fortalecimento da Assembleia Popular (Eclésia) — que pavimentariam de forma irreversível o caminho para a consolidação democrática clássica nas décadas seguintes. Além de seu vasto legado institucional, Sólon é historicamente reconhecido como a fonte original da história sobre Atlântida, registrada por Platão (o Sacana vai dizer que foi só uma histeria coletiva, mas ele não sabe de nada). ↑ Voltar ao texto
  • [17] Super Xandão é o pseudônimo de Alexandre, um influenciador digital e produtor de conteúdo brasileiro. Ele obteve expressiva notoriedade na internet por meio de transmissões ao vivo focadas em entretenimento, jogos e cultura do fisiculturismo. Sua persona pública é construída sobre a imagem de força física e a defesa retórica de disciplina, virtude e autodesenvolvimento. Ao mesmo tempo, sua figura tornou-se amplamente viral e controversa devido à propagação de visões de mundo peculiares e teorias da conspiração — notadamente a defesa pública do terraplanismo —, o que impulsionou seu engajamento e o transformou em um fenômeno midiático nas redes sociais. ↑ Voltar ao texto
  • [18] Mr. Satan é um personagem fictício da obra Dragon Ball, criada por Akira Toriyama. Ele é introduzido como o campeão mundial de artes marciais e reverenciado pelo público leigo como o homem mais forte da Terra e o grande salvador da humanidade, mas na verdade é um grande charlatão, baseando sua fama em proezas físicas mundanas e, principalmente, em oportunismo, intenso marketing e autopromoção. ↑ Voltar ao texto
  • [19] Draconianos Plutonianos são, de acordo com o esoterismo e o misticismo da Nova Era, uma facção ou posto operacional avançado da raça extraterrestre reptiliana conhecida como Draconianos. São entidades altamente hierárquicas, imperialistas e de grande poderio tecnológico, originárias do sistema estelar de Alpha Draconis. A designação "plutoniana" indica que esse segmento específico da raça operaria a partir de bases ocultas ou instalações subterrâneas localizadas em Plutão, que serviria como um centro de comando estratégico, de onde esses seres exerceriam influência, monitoramento e controle sobre a Terra, orquestrando agendas ocultas em conjunto com as elites globais humanas. ↑ Voltar ao texto
  • [20] Teoria da Relatividade (Albert Einstein) é o conjunto de duas teorias que redefiniram a compreensão da física moderna:

    Relatividade Restrita (1905): Estabelece que a velocidade da luz é absoluta e constante, enquanto o espaço e o tempo são relativos e variam de acordo com a velocidade do observador. A teoria também introduz a equivalência entre massa e energia (E=mc2).

    Relatividade Geral (1915): Redefine a gravidade. Em vez de uma força de atração invisível (como na física clássica), a gravidade é explicada como a deformação geométrica no "tecido" do espaço-tempo, causada pela presença de objetos com grande massa. Além disso, enormes massas fazem o tempo passar mais devagar, mas a velocidade é a mesma, não se torna negativa nem faz os objetos a saírem de ré. Que pena, ia ser tão legal...

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  • [21] Saiyajins são uma raça guerreira extraterrestre e heróis da franquia Dragon Ball, de Akira Toriyama. São basicamente humanos com cauda de macaco, com uma biologia evolutiva condicionada para o combate, dotados de força sobre-humana, vasta capacidade de manipulação de energia vital (ki) e a aptidão genética conhecida como Zenkai, que lhes permite ficarem mais fortes a cada derrota sofrida, especialmente com ferimentos quase letais. A espécie foi quase inteiramente dizimada pelo tirano Freeza, devido ao temor do surgimento do lendário "Super Saiyajin". Sobreviventes desse genocídio, os protagonistas Goku e Vegeta se transformaram em Super Saiyajins, derrotaram Freeza e assumirem o papel de protetores da Terra e do universo, além de continuarem lutando e se tornando cada vez mais fortes, potencializados por novas transformações cada vez mais poderosas. ↑ Voltar ao texto
  • [22] J. Robert Oppenheimer foi um físico teórico estadunidense, historicamente reconhecido como o "pai da bomba atômica". Atuou como diretor científico do Laboratório de Los Alamos durante o Projeto Manhattan, liderando a pesquisa e o desenvolvimento que culminaram na criação das primeiras armas nucleares na Segunda Guerra Mundial. Depois do sucesso do Projeto Manhattan, em 1947, foi nomeado Diretor do Instituto de Estudos Avançados de Princeton (IAS), cujo cientista mais proeminente era um certo Albert Einstein. Eles foram colegas de trabalho e mantiveram uma relação cordial e de respeito, mas não tão íntima a ponto de se chamarem pelo primeiro nome. Mas já jogaram xadrez. As partidas deles foram analisadas pelos canais Xadrez Brasil e Raffael Chess. Vale a pena conferir.

    Posteriormente, Oppenheimer assumiu a presidência do Comitê Consultivo Geral da Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos, utilizando sua posição para defender o controle internacional da energia nuclear e se opor à corrida armamentista, atitude que resultou na revogação de sua credencial de segurança durante a era do macarthismo.

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  • [23] Franklin Delano Roosevelt foi o trigésimo segundo presidente dos Estados Unidos e a única figura política americana a ser eleita para quatro mandatos executivos. Liderou o país através das duas maiores crises do século XX: a Grande Depressão, combatida por meio das profundas reformas econômicas e sociais do New Deal, e a Segunda Guerra Mundial. No contexto do desenvolvimento nuclear, foi o responsável direto por autorizar e financiar o Projeto Manhattan em resposta aos alertas da comunidade científica, mobilizando o vasto aparato governamental e militar necessário para garantir que os Aliados construíssem a bomba atômica antes das potências do Eixo. ↑ Voltar ao texto
  • [24] Albert Einstein foi um físico teórico de origem alemã, amplamente considerado um dos maiores, mais geniais e mais influentes cientistas de todos os tempos. Revolucionou a física moderna com o desenvolvimento da teoria da relatividade, que redefiniu a compreensão científica do espaço, do tempo e da gravidade, além de formular a célebre equivalência entre massa e energia. Apesar de sua postura pacifista, desempenhou um papel político decisivo ao assinar a carta Einstein-Szilárd, alertando o governo dos Estados Unidos sobre a possibilidade de a Alemanha nazista desenvolver armamento nuclear, o que serviu como o principal catalisador para a criação do Projeto Manhattan. ↑ Voltar ao texto
  • [25] Nikola Tesla foi um engenheiro eletrotécnico, mecânico e inventor sérvio-americano, reverenciado como um dos mais brilhantes e visionários cientistas de todos os tempos. Suas contribuições foram fundamentais e redefiniram o mundo tecnológico, destacando-se o desenvolvimento da corrente alternada (CA), que se tornou a base da rede elétrica global moderna, a invenção do motor elétrico, do rádio e da transmissão de eletricidade sem fio, projeto que foi interrompido por corte de financiamento. Em sua maturidade, no entanto, cultivou uma persona reclusa e elaborou projetos teóricos grandiosos que frequentemente esbarravam nas limitações financeiras e no ceticismo da época, como o "Raio da Morte", que seria capaz de abater aviões e mísseis a centenas de quilômetros de distância, servindo como a defesa antiaérea definitiva, para acabar com as guerras. O governo do Reino Unido chegou a abrir tratativas formais com o inventor, mas discordâncias na hora do pagamento esfriaram o negócio, que nunca saiu do papel.

    Se é possível comparar o gênio de Nikola Tesla a alguém, esse seria Leonardo Da Vinci. Ambos estavam séculos à frente de sua época, com ideias tão avançadas que não conseguiram tirar do papal por falta de financiamento ou mesmo por limitações tecnológicas da época.

    A Crítica Feroz a Einstein e o Telegrama de Respeito

    Tesla e Einstein nunca foram inimigos, mas tinham enormes discordâncias científicas. Tesla foi um crítico implacável da Teoria da Relatividade, considerando a matemática de Einstein uma ilusão perigosa que afastava a ciência da experimentação real, e desferiu sua crítica mais ácida ao dizer que a relatividade era "um mendigo vestido de púrpura que pessoas ignorantes tomam por um rei".

    Entretanto, em 1931, quando Tesla completou 75 anos e foi homenageado na capa da revista Time, ele recebeu cartas e telegramas das maiores mentes do século, incluindo Albert Einstein, que o parabenizou pelo extraordinário sucesso de sua obra ao longo de toda a vida, expressando profundo respeito por suas contribuições, especialmente no domínio das correntes de alta frequência. Um gesto que demonstrou o reconhecimento definitivo de um gigante para com outro.

    Muito se debate sobre quem teria sido o maior gênio da história da humanidade, e os nomes de Einstein e Tesla sempre aparecem na discussão. Eu, particularmente, sou do time de Tesla. E você, quem acha que foi o maior gênio da história da humanidade? Deixe aí nos comentários.

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  • [26] Majin Boo é o vilão central do arco final de Dragon Ball Z, de Akira Toriyama. É uma força de destruição de poder quase ilimitado, notabilizado por sua extrema capacidade de regeneração celular e pela habilidade de absorver adversários para assimilar suas forças e intelectos. Por isso, os Saiyajins perceberam que a única maneira de derrotá-lo seria liberando uma energia colossal de uma única vez, de forma a destruir até a última célula do inimigo, não permitindo a regeneração. Isso foi feito com a Genki Dama, uma gigantesca bola de energia formada pela união das energias de todos os habitantes da Terra, que responderam ao chamado de Mr. Satan (sim, ele foi útil). A semelhança com a explosão nuclear é evidente e, dessa forma, podemos dizer que Majin Boo foi reprimido à pata de Argentinossauro.

    P.S.: Como era de se esperar, Mr. Satan levou o crédito pela derrota de Majin Boo. ↑ Voltar ao texto
  • [27] Bonobo (Pan paniscus) é um primata da família dos hominídeos e o parente evolutivo vivo mais próximo da espécie humana, ao lado do chimpanzé. Endêmicos das florestas da Bacia do Congo, os bonobos formam sociedades matriarcais onde, ao invés da agressividade e força bruta, a coesão do bando é mantida por interações sexuais constantes e generalizadas — frequentemente assumindo a dinâmica de verdadeiras orgias — que servem como o principal mecanismo biológico para a resolução de conflitos, o alívio de tensões e a partilha de alimentos. Esse comportamento é altamente promíscuo e desvinculado da mera reprodução, ocorrendo de forma sistemática e intensa em práticas homossexuais (macho com macho e fêmea com fêmea), bissexuais e grupais, operando como o pilar fundamental para o fortalecimento das alianças e a manutenção da paz na hierarquia do grupo. ↑ Voltar ao texto

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